CID R16.1 — Esplenomegalia não classificada em outra parte
Esplenomegalia não classificada em outra parte é o significado oficial do código R16.1 na Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão, capítulo XVIII (sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte).
Ficha do código R16.1
| Código | R16.1 |
|---|---|
| Descrição oficial | Esplenomegalia não classificada em outra parte |
| Sem pontuação | R161 (formato usado em sistemas e no SIGTAP) |
| Tipo | Subcategoria (4 caracteres) |
| Capítulo | XVIII — Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte |
| Grupo | R10–R19 — Sintomas e sinais relativos ao aparelho digestivo e ao abdome |
| Categoria | R16 — Hepatomegalia e esplenomegalia não classificadas em outra parte |
| Procedimentos do SUS | 1 procedimentos aceitam este CID |
O que esse código quer dizer
R16.1 é uma subcategoria de R16 — Hepatomegalia e esplenomegalia não classificadas em outra parte — e serve para registrar o caso com mais precisão do que a categoria de três caracteres.
Pertence ao grupo R10–R19 (Sintomas e sinais relativos ao aparelho digestivo e ao abdome), dentro do Capítulo XVIII — Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte.
Em documentos, o mesmo código aparece de duas formas: R16.1 (com ponto, como no atestado e no prontuário) e R161 (sem ponto, como nos sistemas do SUS e nos arquivos de faturamento). São o mesmo código.
Procedimentos do SUS que aceitam este diagnóstico
Outras subcategorias de R16
Perguntas frequentes sobre o CID R16.1
O que significa o CID R16.1?
R16.1 corresponde a Esplenomegalia não classificada em outra parte na CID-10, a classificação de doenças da Organização Mundial da Saúde adotada no Brasil. O código está no capítulo XVIII, que reúne sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte.
R16.1 dá direito a afastamento do trabalho?
O direito ao afastamento não vem do código, e sim da avaliação clínica: quem define se há incapacidade e por quantos dias é o profissional que atendeu. Para afastamento de até 15 dias o pagamento é do empregador; a partir do 16º dia o caso vai à perícia do INSS, que analisa a incapacidade e não apenas o CID informado.
Quais procedimentos do SUS podem ser faturados com R16.1?
A tabela SIGTAP vincula 1 procedimentos a este diagnóstico — são os que o sistema aceita quando o CID informado é R16.1. Ver a lista completa com valores.
R16.1 é a mesma coisa que R161?
Sim. R16.1 é a grafia usada em documentos clínicos e R161
é a mesma informação sem o ponto, como os sistemas de faturamento e as tabelas do DATASUS gravam.