CID BrasilCID-10, procedimentos do SUS e TUSS

04.16.09.013-3 — Ressecção de tumor de partes moles em oncologia

Procedimento da tabela SIGTAP do SUS, no grupo procedimentos cirúrgicos. Valor total de R$ 3.972,21 na competência agosto de 2026, classificado como alta complexidade.

Valores da competência agosto de 2026

Serviço hospitalar (SH)R$ 2.939,41
Serviço ambulatorial (SA)R$ 0,00
Serviço profissional (SP)R$ 1.032,80
Valor totalR$ 3.972,21

SH remunera a estrutura hospitalar, SA a estrutura ambulatorial e SP o trabalho do profissional. O valor total é a soma dos três — é o teto federal de referência, que estados e municípios podem complementar com recursos próprios.

Ficha técnica

Código04.16.09.013-3 (0416090133 sem pontuação)
ProcedimentoRessecção de tumor de partes moles em oncologia
ComplexidadeAlta complexidade
Grupo04 — Procedimentos cirúrgicos
SubgrupoCirurgia em oncologia
Forma de organizaçãoOssos e partes moles
FinanciamentoMédia e Alta Complexidade (MAC)
SexoIndiferente
Faixa etáriaSem restrição
Quantidade máxima1 por competência
Dias de permanência4
Pontos400
Competênciaagosto de 2026

Descrição oficial

Ressecção de partes moles portumor maligno ou incerto se benigno ou maligno dotecido conjuntivo e tecidos moles, exceto pele. Acompatibilidade da linfadenectomia superficial é deacordo com a topografia tumoral. Os procedimentos. Sequenciais de plástica reconstrutora sãoexcludentes entre si. Lesões maiores que 5cm nomaior diâmetro no laudo do exame de imagem,independentemente da localização, deverão serconsideradas potencialmente malignas de baixo grau.o exame anatomopatológico da peça operatóriadeverá ser compatível com o diâmetro e tipohistopatológico

Texto da tabela SIGTAP, competência agosto de 2026.

Como registrar

Instrumento de registro

Modalidade de atendimento

Serviço/classificação exigido no CNES

Detalhes

Habilitação exigida do estabelecimento

O estabelecimento precisa estar habilitado no CNES em pelo menos uma destas habilitações para que a produção seja aceita:

Quem pode executar (CBO)

6 ocupações da Classificação Brasileira de Ocupações estão autorizadas a registrar este procedimento:

Ver as 6 ocupações
  • 225215 Médico cirurgião de cabeça e pescoço
  • 225225 Médico cirurgião geral
  • 225230 Médico cirurgião pediátrico
  • 225270 Médico ortopedista e traumatologista
  • 225290 Médico cancerologista cirurgíco
  • 225295 Médico cirurgião da mão

Regras condicionadas

Condiciona o tipo de financiamento em faec

Condiciona que os atendimentos registrados terão o tipo de financiamento FAEC, independentemente do respectivo atributo nos procedimentos na Tabela de Procedimentos do SUS, em situações específicas.

Gera compensação financeira

A regra condicionada em questão estabelece que os atendimentos registrados gerarão crédito financeiro para compensação, sem repasse financeiro vinculado, com financiamento MAC, independentemente do tipo de financiamento dos procedimentos na Tabela de Procedimentos do SUS, em situações específicas.

CID aceitos neste procedimento

O SIGTAP vincula 11 códigos como diagnóstico principal. Informar um CID fora desta lista é uma das causas mais comuns de rejeição da produção.

Diagnóstico principal

C49.0 · C49.1 · C49.2 · C49.3 · C49.4 · C49.5 · C49.6 · C49.8 · C79.8 · D48.1 · D48.2

Perguntas frequentes sobre o procedimento 04.16.09.013-3

Qual o valor do procedimento 04.16.09.013-3 na tabela do SUS?

Na competência agosto de 2026 o valor federal é de R$ 3.972,21: R$ 2.939,41 de serviço hospitalar, R$ 0,00 de serviço ambulatorial e R$ 1.032,80 de serviço profissional. Estados e municípios podem pagar acima disso com recursos próprios, e algumas habilitações do CNES dão incremento percentual sobre o valor federal.

Por que a minha produção com este código foi rejeitada?

As causas mais comuns são: CID informado fora da lista de diagnósticos aceitos (são 11 códigos); CBO do profissional não autorizado para o procedimento; estabelecimento sem a habilitação exigida no CNES; instrumento de registro errado (aqui o correto é AIH (Proc. Principal)); ou quantidade acima do limite da competência.

O que significa "Alta complexidade" neste procedimento?

A complexidade define em que nível da rede o procedimento é ofertado e de qual bloco de financiamento sai o recurso. Atenção básica é a porta de entrada; média e alta complexidade exigem serviços especializados habilitados e são financiadas pelo bloco MAC ou pelo FAEC.

Existe equivalente deste procedimento na TUSS?

A tabela de compatibilização publicada pela ANS não lista equivalente para este código. Isso não significa que o plano não cubra o procedimento: significa apenas que não há correspondência oficial mapeada entre as duas tabelas.

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