TUSS 30703085 — Os músculos latissimus dorsi, gracilis, rectus femoris, tensor fascia lata, flexor digitorum brevis, quando transplantados com sua inervação e praticada a microneurorrafia com finalidade de restaurar função e sensibilidade, serão considerados retalhos neurovasculares livres e terão acréscimo do porte.
Os músculos latissimus dorsi, gracilis, rectus femoris, tensor fascia lata, flexor digitorum brevis, quando transplantados com sua inervação e praticada a microneurorrafia com finalidade de restaurar função e sensibilidade, serão considerados retalhos neurovasculares livres e terão acréscimo do porte. é o termo oficial do código 30703085 na tabela 22 da Terminologia Unificada da Saúde Suplementar, capítulo de procedimentos cirúrgicos e invasivos. É esse código que aparece na guia do plano de saúde e no arquivo TISS enviado à operadora.
Ficha do código 30703085
| Código TUSS | 30703085 (3.07.03.08-5) |
|---|---|
| Termo | Os músculos latissimus dorsi, gracilis, rectus femoris, tensor fascia lata, flexor digitorum brevis, quando transplantados com sua inervação e praticada a microneurorrafia com finalidade de restaurar função e sensibilidade, serão considerados retalhos neurovasculares livres e terão acréscimo do porte. |
| Tabela | 22 — Procedimentos e eventos em saúde |
| Capítulo | Procedimentos cirúrgicos e invasivos |
| Início de vigência | 01/03/2019 |
| Situação | Vigente |
| Versão da tabela | 2026-08-23 |
O que esse código significa
A TUSS padroniza o nome dos procedimentos na saúde suplementar: sem ela, cada operadora chamaria o mesmo exame de um jeito e a troca eletrônica de informação seria impossível. O código 30703085 identifica os músculos latissimus dorsi, gracilis, rectus femoris, tensor fascia lata, flexor digitorum brevis, quando transplantados com sua inervação e praticada a microneurorrafia com finalidade de restaurar função e sensibilidade, serão considerados retalhos neurovasculares livres e terão acréscimo do porte. em qualquer guia, de qualquer operadora do país.
Estar na TUSS não significa que o plano é obrigado a cobrir o procedimento: a cobertura obrigatória é definida pelo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, que é outra lista. A TUSS diz como se chama; o Rol diz o que tem de ser coberto.
Equivalente no SUS
A compatibilização TUSS × SIGTAP publicada pela ANS não aponta procedimento equivalente para este termo. Isso é comum: as duas tabelas nasceram de lógicas diferentes e só 802 dos 5.967 termos da TUSS têm correspondência oficial mapeada.
Perguntas frequentes sobre o TUSS 30703085
O que é o código TUSS 30703085?
É o identificador de os músculos latissimus dorsi, gracilis, rectus femoris, tensor fascia lata, flexor digitorum brevis, quando transplantados com sua inervação e praticada a microneurorrafia com finalidade de restaurar função e sensibilidade, serão considerados retalhos neurovasculares livres e terão acréscimo do porte. na tabela 22 do Padrão TISS, usada por todas as operadoras de plano de saúde do Brasil para nomear procedimentos em guias, autorizações e faturamento.
Meu plano é obrigado a cobrir esse procedimento?
A obrigatoriedade vem do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, não da TUSS. Um código pode existir na TUSS e não estar no Rol — nesse caso a cobertura depende do contrato. Vale checar também a segmentação do plano (ambulatorial, hospitalar, obstetrícia, odontológico) e eventual diretriz de utilização.
Qual a diferença entre o código TUSS e o código do SUS?
São tabelas independentes. O SIGTAP é a tabela do SUS: define o que o poder público paga e quanto. A TUSS é da saúde suplementar: padroniza a nomenclatura entre operadoras e prestadores, mas o preço é negociado em contrato entre as partes. Ver a comparação completa.